Top 10: quais foram as cidades mais caras para viver em 2021?

Ranking realizado anualmente pela revista “The Economist”, confira agora quais foram as cidades mais caras para viver em 2021.

A cidade mais cara de 2021 ocupava a quinta posição no ano anterior
A cidade mais cara de 2021 ocupava a quinta posição no ano anterior - Shutterstock

por Loyane Lapa
Publicado em 26/12/2021 às 10:30
Atualizado às 10:30

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O ano de 2021 não foi muito fácil, não é verdade? Problemas como a inflação, alta no dólar e a pandemia tornaram mais caros vários produtos que antes eram acessíveis. Um exemplo para isso é o próprio índice de aluguéis, o IGP-M. O aumento no índice fez com que aluguéis baratos tivessem reajuste de mais de 30%.

Mas, mesmo com todo esse aumento, o Brasil não possui nenhuma cidade que figura entre o top 10 de cidades mais caras do mundo. Realizada anualmente pela revista The Economist, neste ano, a cidade mais cara surpreendeu.

Em 2020, as cidades mais caras dessa lista eram: Paris (França), Zurique (Suíça) e Hong Kong (China). A cidade que atualmente detém o título de cidade mais cara já fazia parte do Top 10, mas avançou muitas casas até chegar ao seu posto. 

De acordo com o relatório da revista, os problemas de abastecimento fizeram os preços dispararem em muitas metrópoles ao redor do mundo. 

Qual a cidade mais cara do mundo?

Segundo o The Economist, Tel Aviv (Israel) foi a campeã das cidades mais caras de 2021. Em 2020, a cidade ocupava a quinta posição e foi a primeira vez que o local alcançou esse posto.

Conforme divulgado, “a posição reflete a vitalidade da moeda israelense, o shequel, perante o dólar, já que o indício toma como base comparativa os preços em Nova York”. Já Paris e Cingapura aparecem empatadas em segundo lugar, seguidas de Zurique e Hong Kong. Nova York, nos Estados Unidos, ocupa a sexta posição.

Confira a seguir o ranking completo:

  1. Tel Aviv (Israel)
  2. Paris (França)
  3. Cingapura (Cingapura)
  4. Zurique (Suíça)
  5. Hong Kong (China)
  6. Nova York (EUA)
  7. Genebra (Suíça)
  8. Copenhague (Dinamarca)
  9. Los Angeles (EUA)
  10. Osaka (Japão)

Ainda segundo o estudo, o motivo das altas nos preços dos combustíveis influenciou bastante no preço dos transportes. E a alta de valores detectada nesses locais foi de 3,5%, a maior identificada em cinco anos. 

Com informações de G1.