Criptomoedas: as vantagens de investir nas famosas moedas digitais

Entenda o que são criptomoedas e a opinião de especialista sobre o assunto

Criptomoedas
Criptomoedas - Shutterstock

por Redação FE
Publicado em 19/07/2021 às 16:42
Atualizado às 16:42

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Você provavelmente já ouviu falar das criptomoedas, também conhecidas como “moedas digitais”. Contudo, apesar do nome conhecido, algumas pessoas ainda não entendem muito bem como funcionam as criptomoedas e seus diferenciais de investimento. Vamos mergulhar neste universo de investimento com o Finanças e Empreendedorismo?

O que são criptomoedas?

De acordo com a XP Investimentos, criptomoedas são moedas digitais que, por meio da tecnologia, são negociadas de forma direta entre as partes, sem a necessidade de envolver uma instituição financeira para compensar a transação. 

O universo das moedas digitais se expandiu muito nos últimos anos e a valorização do bitcoin, a criptomoeda mais conhecida no mercado, é um reflexo disso. Em 2015, o ativo valia US$ 310, já em abril de 2021, ele chegou na marca dos US$ 60 mil.

Vale a pena investir em criptomoedas? 

As moedas digitais, sejam elas cripto ou tokens, já são uma realidade importante em nossas rotinas e se consolidam como opções interessantes para quem deseja ampliar sua carteira de investimentos – ainda que o receio de algo dar errado possa bater de vez em quando. 

Cássio Rosas, Diretor de Contas Enterprise e Estratégia da Wiboo, elencou abaixo cinco vantagens para investir sem culpa neste tipo de ativo. Confira!   

1) Cada dia mais popular  

Basta jogar as expressões “criptomoedas” ou “moedas digitais” nos principais portais de busca da internet para ter uma noção da popularidade que o segmento passou a ter nos últimos meses. Não faltam notícias, conteúdos institucionais e informações a respeito dos principais ativos digitais do planeta. Isso mostra que aquele preconceito inicial em torno de uma moeda descentralizada ficou para trás. E, como todo recurso financeiro que fica na moda por longos períodos, a valorização do mercado é grande.  

2) Democratização das moedas digitais  

Com mais informação circulando, naturalmente há uma democratização maior sobre o tema. As moedas digitais e criptomoedas passaram a fazer parte do vocabulário das pessoas, sendo fontes inesgotáveis de reportagens e materiais de dicas e informações, seja para grandes investidores ou até para consumidores que desejam gastar seus ativos em compras do dia a dia. Trata-se de um universo que não está mais restrito aos usuários com maior domínio da tecnologia blockchain.  

3) Fundos cripto em plataformas tradicionais   

Um dos principais reconhecimentos das criptomoedas no mercado financeiro é a presença cada vez maior delas em fundos nas principais plataformas do mercado. Em abril, por exemplo, o BTG Pactual anunciou o lançamento do primeiro fundo de bitcoin com gestão ativa em um banco nacional. É uma medida extremamente importante e que reforça o peso deste mercado, já que as criptomoedas passaram a ser consideradas ativos importantes – a ponto de serem negociadas pelas principais plataformas de investimento mundo afora.  

4) Maior facilidade das exchanges  

As exchanges são ferramentas essenciais no ecossistema das criptomoedas. Afinal, como a bolsa de valores para o mercado de ações, é por meio delas que as pessoas conseguem negociar suas moedas digitais em busca de maior rentabilidade. No início, contudo, havia dificuldade dessas plataformas em lidar com o segmento. Circulavam poucas informações, e o ambiente regulatório era muito diferente do que o mercado financeiro tradicional. Hoje, porém, as opções são grandes e é possível negociar desde a já tradicional bitcoin até utility tokens utilizados no varejo.   

5) Acesso aos desbancarizados 

As moedas digitais surgem como uma solução eficiente para conectar uma parcela significativa da população ao sistema financeiro nacional. No Brasil, mais de 45 milhões de pessoas não tinham conta em banco, segundo pesquisa de 2019 do Instituto Locomotiva. Entretanto, para possuir uma moeda digital, o usuário cria uma carteira digital que possibilita, entre outras coisas, acesso às principais facilidades bancárias, como gerenciamento do dinheiro e cartão de débito em alguns casos. Não à toa, diversos bancos centrais estudam formas de criar uma moeda digital para suas populações.  

Com informações de: NB Press Comunicação  

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