Alta do Bitcoin: criptomoeda pode chegar aos US$ 100 mil até o fim do ano

Depois de meses em baixa, a criptomoeda finalmente voltou a subir. E a expectativa é que a alta do Bitcoin continue assim até o fim do ano!

Desde o lançamento do ETF de Bitcoin na NYSE, a moeda voltou a decolar
Desde o lançamento do ETF de Bitcoin na NYSE, a moeda voltou a decolar - Shutterstock

por Loyane Lapa
Publicado em 23/10/2021 às 16:30
Atualizado às 16:30

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O ano de 2021 para o Bitcoin foi marcado por altas e baixas. Pouco tempo depois de ter alcançado a sua cotação recorde em maio, a criptomoeda despencou e passou alguns meses em baixa. 

Um dos motivos foi justamente uma fala de Elon Musk. O homem mais rico do mundo,  conhecido por ser um grande entusiasta de criptoativos tuitou que a Tesla deixaria de aceitar transações financeiras utilizando Bitcoin. 

O motivo era simples: a mineração de Bitcoin traz impactos irreversíveis para o meio ambiente justamente pelo uso de energia, dando margem para o uso de combustíveis fósseis. Essas declarações fizeram com que a cotação do Bitcoin chegasse a pouco mais de US$ 30 mil em julho. 

O retorno da Tesla e o avanço do Bitcoin

Apesar do impacto, pouco tempo depois, Musk voltou atrás e disse que seu sucesso financeiro estava ligado ao desempenho dessas criptomoedas. Também disse que hoje, muitos utilizam fontes de energia renováveis para realizar a mineração.

Outro motivo que influenciou na queda do Bitcoin foi a perseguição chinesa contra mineradores e outras empresas que atuavam com o ativo digital.

No entanto, apesar desses momentos de queda, a criptomoeda passou a crescer seu valor de mercado após o anúncio da Bolsa de Valores de Nova York de que passaria a ter um fundo de investimento atrelado ao Bitcoin. 

Esse tipo de ETF ligado a uma criptomoeda não é nova. No Brasil mesmo, já existem várias opções de investimento atrelado a volatilidade do Bitcoin. 

Mas hoje, Wall Street é um dos corações da economia mundial. E por isso, a moeda voltou a ser valorizada. No último mês, a moeda teve uma valorização de 40% e a partir da quarta-feira, a moeda voltou a atingir cotações recorde que superaram os US$ 66 mil de acordo com o CoinMarketCap.

Pouco tempo depois, o valor da criptomoeda voltou a cair. Mas continua dentro do patamar esperado para esse mês de US$ 60 mil dólares.

Graças a esse momento, especialistas afirmam que a criptomoeda mais valorizada do mundo pode superar os 90 ou 100 mil dólares ainda esse ano. Tudo vai depender da alta do Bitcoin, do desempenho do ETF e de uma maior aceitação por grandes empresas.

Os menos otimistas afirmam que a criptomoeda pode chegar ao teto de US$ 70 mil, o que ainda assim, é um grande avanço analisando o cenário desde maio.

Vale ressaltar que essas são previsões de curto prazo. Por ser um investimento onde a volatilidade é alta, é importante ter em mente que esses momentos de alta e queda são comuns. 

Por isso, se você ainda tem receio de diversificar sua carteira através de criptomoedas, o momento é agora. Muito em breve, a criptomoeda vai decolar e levar seus investidores a momentos bons de retorno financeiro!

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